Urologia
DoençasProstáticas

Diagnóstico e manejo das afecções benignas da próstata — hiperplasia, prostatite e calcificações.

Visão geral

O que é Prostáticas?

Sob o termo doenças prostáticas concentram-se as principais afecções benignas da próstata: hiperplasia prostática benigna (HPB), prostatites aguda e crônica e calcificações. Diferentes do câncer de próstata, afetam sobretudo o fluxo urinário e a qualidade de vida, e respondem bem a tratamento clínico ou cirúrgico minimamente invasivo.

Após os 50 anos

0%

Após os 80 anos

0%

Abordagem

Clínica ou cirúrgica

Sintomas & sinais

Como reconhecer

Jato urinário fraco

Urgência miccional

Noctúria (acordar para urinar)

Esvaziamento incompleto

Gotejamento terminal

Dor pélvica ou perineal

Sintomas isolados não estabelecem diagnóstico. A avaliação clínica individualizada orienta a investigação e o tratamento.

Abordagem clínica

Conduta
e tratamento

Protocolo estruturado em três etapas — da investigação diagnóstica ao tratamento definitivo, sempre individualizado ao perfil do paciente.

01Etapa 1 / 3

Investigação inicial

Exame físico com toque retal, dosagem de PSA, urinálise e urofluxometria, associados à ultrassonografia prostática com resíduo pós-miccional, compõem a base diagnóstica.

02Etapa 2 / 3

Tratamento clínico

Alfabloqueadores relaxam a musculatura prostática e aliviam sintomas obstrutivos; inibidores da 5-alfa-redutase reduzem volume em próstatas maiores; antibióticos direcionados são o pilar da prostatite bacteriana.

03Etapa 3 / 3

Cirurgia minimamente invasiva

RTU prostática bipolar, enucleação a laser de hólmio (HoLEP) e técnicas ablativas oferecem alívio duradouro em casos refratários à terapia clínica, com internação reduzida e retorno precoce às atividades.

Perguntas frequentes

Dúvidas mais comuns

Não. HPB e câncer de próstata são doenças distintas, embora possam coexistir. A avaliação sistemática após os 50 anos permite identificar ambas precocemente e diferenciá-las com precisão.

Não. A maioria dos pacientes responde bem a tratamento clínico. A cirurgia é indicada quando há sintomas significativos refratários à medicação, retenção urinária recorrente, infecções repetidas ou impacto renal.

Não necessariamente. HPB, prostatite e procedimentos recentes podem elevar o PSA. A avaliação conjunta com toque retal, densidade de PSA e ressonância multiparamétrica refina o diagnóstico antes da indicação de biópsia.

Conduta individualizada

Avalie o seu caso com o Dr. Dimas.

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