Cirurgia Peniana
Doença dePeyronie

Placa fibrosa que acarreta curvatura peniana, dor em ereção e impacto funcional — tratamento orientado por fase da doença.

Visão geral

O que é Peyronie?

A doença de Peyronie caracteriza-se pela formação de placa fibrosa na túnica albugínea dos corpos cavernosos, cursando com curvatura peniana em ereção, encurtamento, dor e, em parcela dos casos, disfunção erétil. A evolução tem fase inflamatória aguda e fase estável cada uma com estratégia terapêutica específica.

Prevalência

0–9%

Pico de incidência

0–60 anos

Fase estável

≥ 12 meses

Sintomas & sinais

Como reconhecer

Curvatura peniana em ereção

Dor durante ereção (fase aguda)

Encurtamento peniano

Placa palpável na haste

Dificuldade na penetração

Disfunção erétil associada

Sintomas isolados não estabelecem diagnóstico. A avaliação clínica individualizada orienta a investigação e o tratamento.

Abordagem clínica

Conduta
e tratamento

Protocolo estruturado em três etapas — da investigação diagnóstica ao tratamento definitivo, sempre individualizado ao perfil do paciente.

01Etapa 1 / 3

Diagnóstico e fotodocumentação

Avaliação clínica com fotos em ereção, goniometria e ultrassonografia com Doppler dinâmico definem grau de curvatura, extensão da placa e comprometimento vascular associado.

02Etapa 2 / 3

Tratamento na fase aguda

Injeções intralesionais (colagenase ou verapamil), tração peniana e iontoforese são indicados na fase inflamatória para reduzir dor e estabilizar a progressão da placa.

03Etapa 3 / 3

Cirurgia na fase estável

Plicaturas albugíneas, incisão/excisão da placa com enxerto e, em casos com DE severa associada, implante peniano — selecionados conforme grau de curvatura, comprimento funcional e função erétil.

Perguntas frequentes

Dúvidas mais comuns

Sim — com manejo adequado. A fase aguda pode ser controlada clinicamente; na fase estável, a correção cirúrgica resolve curvaturas severas com alto índice de satisfação.

Não. A correção cirúrgica requer ao menos 12 meses de estabilidade da placa, garantindo resultado duradouro sem risco de progressão pós-operatória.

Sim. Até 20–40% dos pacientes apresentam DE associada, por disfunção veno-oclusiva dos corpos cavernosos. Avaliação combinada é essencial no planejamento terapêutico.

Conduta individualizada

Avalie o seu caso com o Dr. Dimas.

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