O que é masculina?
A infertilidade conjugal envolve fator masculino isolado ou combinado em aproximadamente 40% dos casais. A investigação sistemática — frequentemente negligenciada — inclui avaliação hormonal, seminal, genética e de integridade do DNA espermático, permitindo identificar causas tratáveis em parcela significativa dos casos.
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Micro-TESE
Seminal + genética
Como reconhecer
Ausência de concepção após 12 meses
Dificuldade na ejaculação
Dor ou desconforto testicular
Redução de volume testicular
Alterações no espermograma
Histórico de criptorquidia ou infecções
Sintomas isolados não estabelecem diagnóstico. A avaliação clínica individualizada orienta a investigação e o tratamento.
Conduta
e tratamento
Protocolo estruturado em três etapas — da investigação diagnóstica ao tratamento definitivo, sempre individualizado ao perfil do paciente.
Anamnese e exame dirigido
Histórico reprodutivo do casal, cirurgias prévias, exposições tóxicas, medicamentos, doenças sistêmicas e padrões hormonais orientam o desenho da investigação desde a primeira consulta.
Painel laboratorial completo
Espermograma com critérios OMS atualizados, análise de fragmentação de DNA espermático, dosagens hormonais (testosterona, FSH, LH, prolactina), cariótipo e microdeleção do cromossomo Y compõem o mapa diagnóstico.
Correção cirúrgica e recuperação
Varicocelectomia microcirúrgica, reversão de vasectomia e recuperação testicular de espermatozoides (micro-TESE) são ferramentas-chave — alcançando gestação natural ou via reprodução assistida de alta complexidade.
Dúvidas mais comuns
A investigação é indicada após 12 meses de tentativas regulares sem concepção, ou após 6 meses se a parceira tem mais de 35 anos. Fatores de risco conhecidos (como criptorquidia prévia ou quimioterapia) justificam investigação imediata.
Sim. A vasovasostomia microcirúrgica apresenta taxas de recanalização elevadas — especialmente quando realizada nos primeiros 10 anos após a vasectomia. Como alternativa, recuperação espermática associada a ICSI é opção confiável.
Não. Apenas uma parcela dos portadores desenvolve comprometimento seminal. A indicação de correção cirúrgica considera sintomas, achados do espermograma e desejo reprodutivo do casal.
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