Endocrinologia Masculina
Hipogonadismo

Deficiência de testosterona — impacta libido, energia, composição corporal e fertilidade; reposição criteriosa é decisiva.

Visão geral

O que é gonadismo?

Hipogonadismo masculino é a deficiência clínica e laboratorial de testosterona. Primário (falha testicular) ou secundário (disfunção hipotalâmico-hipofisária), manifesta-se com redução de libido, fadiga, perda muscular, alterações de humor e, em casos prolongados, osteoporose e comprometimento reprodutivo. Diagnóstico correto e reposição criteriosa são essenciais.

Homens acima de 40

0–40%

Testosterona matinal

< 300 ng/dL

Reposição

Gel / Injetável / Pellets

Sintomas & sinais

Como reconhecer

Redução de libido

Fadiga e apatia

Perda de massa muscular

Aumento de gordura abdominal

Disfunção erétil

Alterações de humor e sono

Sintomas isolados não estabelecem diagnóstico. A avaliação clínica individualizada orienta a investigação e o tratamento.

Abordagem clínica

Conduta
e tratamento

Protocolo estruturado em três etapas — da investigação diagnóstica ao tratamento definitivo, sempre individualizado ao perfil do paciente.

01Etapa 1 / 3

Confirmação diagnóstica

Duas dosagens de testosterona total em jejum matinal < 300 ng/dL, associadas a testosterona livre calculada, LH e FSH, confirmam o diagnóstico e diferenciam hipogonadismo primário de secundário.

02Etapa 2 / 3

Investigação etiológica

Descartar causas reversíveis é mandatório: obesidade, apneia do sono, uso de opioides e hipotireoidismo. Avaliação hipofisária em casos selecionados com RM de sela túrcica.

03Etapa 3 / 3

Reposição individualizada

Gel transdérmico, injeções de longa ação (undecilato de testosterona) e pellets subcutâneos — selecionados conforme preferência do paciente, perfil farmacocinético desejado e planejamento reprodutivo.

Perguntas frequentes

Dúvidas mais comuns

Sim quando bem indicada e monitorada. Exige acompanhamento periódico de PSA, hematócrito e perfil lipídico. Contraindicada em câncer de próstata ativo ou policitemia significativa.

Sim. A testosterona exógena suprime a espermatogênese. Em pacientes com desejo reprodutivo, o manejo usa alternativas como hCG ou clomifeno, preservando a função testicular.

Não há superioridade absoluta. Pellets oferecem liberação contínua por 3–6 meses, evitando picos. A escolha é individualizada conforme adesão, preferência e objetivo clínico.

Conduta individualizada

Avalie o seu caso com o Dr. Dimas.

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